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    relacionados con: Isabel Bowes-Lyon wikipedia
  1. Isabel Bowes-Lyon - Wikipedia, la enciclopedia libre

    es.wikipedia.org › wiki › Isabel_Bowes-Lyon

    Isabel Bowes-Lyon (Elizabeth Angela Marguerite Bowes-Lyon, Londres, 4 de agosto de 1900 - Windsor, 1 30 de marzo de 2002) fue la esposa del rey Jorge VI y por lo tanto reina consorte del Reino Unido y los dominios británicos, desde 1936 hasta la muerte de su esposo en 1952.

  2. Isabel Bowes-Lyon - Wikipedia

    ast.wikipedia.org › wiki › Isabel_Bowes-Lyon

    Isabel foi la menor y novena fía de Claude Bowes-Lyon —más tarde 14ᵘ conde de Strathmore y Kinghorne— y de Cecilia Cavendish-Bentinck.La so madre yera descendiente del primer ministru británicu William Cavendish-Bentinck, 3ᵉʳ duque de Portland, y del gobernador xeneral de la India, Richard Wellesley, 1ᵉʳ marqués Wellesley, hermanu mayor d'otru primer ministru, Arthur Wellesley ...

  3. Isabel Bowes-Lyon - Wikipedia, a enciclopedia libre

    gl.wikipedia.org › wiki › Isabel_Bowes-Lyon
    • Traxectoria
    • Títulos E Honras
    • Véxase tamén

    Isabel naceu no seo dunha familia da nobreza escocesa composta por Claude Bowes-Lyon e Cecilia Cavendish-Bentinck. En 1923 Isabel casou co duque de York, segundo fillo do rei Xurxo V e a raíña María de Teck. Como duquesa de York, xunto ao seu marido e as súas fillas Isabel e Margarida, personificou a idea tradicional de familia e servizo público.[2] Asumiu diversos compromisos públicos e chegou a ser coñecida como a «duquesa sonriente» debido a súa constante expresión.[3] No ano 1936, o seu marido converteuse inesperadamente en Rei, cando o seu irmán Eduardo VIII abdicou para poder casarse con Wallis Simpson, unha divorciada estadounidense. Xa como raíña consorte, Isabel acompañou ao seu marido nas xiras diplomáticas por Francia e Estados Unidos no período previo á Segunda Guerra Mundial. Durante o conflito, o seu espírito aparentemente indomable proporcionou apoio ao pobo británico. En recoñecemento ao seu papel como instrumento de propaganda, Adolf Hitler describiuna como «a mulle...

    Títulos

    1. 4 de agosto de 1900 - 16 de febreiro de 1904: A HonorableElizabeth Bowes-Lyon 2. 16 de febreiro de 1904 - 26 de abril de 1923: LadyElizabeth Bowes-Lyon. 3. 26 de abril de 1923 - 11 de decembro de 1936: A Súa Alteza RealA Duquesa de York, Condesa de Inverness, Baronesa Killarney. 4. 11 de decembro de 1936 - 22 de outubro de 1948: A Súa Maxestade ImperialA Raíña, Emperatriz da India 5. 22 de outubro de 1948 - 6 de febreiro de 1952: A Súa MaxestadeA Raíña 6. 6 de febreiro de 1952 - 30 de marz...

    Honras

    Desde 1923 outorgáronlle diversas distincións, como a Real Orde Familiar, a Real Cruz Vermella en 1936, a Lexión de Honra en Francia en 1938, a Orde da Xarreteira, entre outras.[7] Tamén recibiu a Orde El Sol do Perú en 1960 e máis recentemente, a Orde de Nova Zelandia en 1990 e a de Canadá no 2000. Ao momento da súa morte contaba con máis de vinte honras, ordes, medallas e condecoracións de moitos países estranxeiros, como Romanía, Nepal, o Reino de Iugoslavia, entre outros.[8]

    Ligazóns externas

    1. Sitio oficial(en inglés). 2. Remember This—An Elegy on the death of HM Queen Elizabeth, The Queen Mother por Andrew Motion, poeta laureado, para a BBC(en inglés).

  4. Isabel Bowes-Lyon – Wikipédia, a enciclopédia livre

    pt.wikipedia.org › wiki › Isabel_Bowes-Lyon
    • Início de Vida
    • Casamento
    • Duquesa de Iorque
    • Abdicação de Eduardo VIII
    • Rainha Consorte
    • Rainha Mãe
    • Morte
    • Legado
    • títulos, Estilos E Brasão
    • Ligações Externas

    Isabel Ângela Margarida Bowes-Lyon nasceu no dia 4 de agosto de 1900, a nona criança de um total de dez de Claude Bowes-Lyon, Lorde Glamis (posteriormente o 14.º Conde de Strathmore e Kinghorne) e sua esposa Cecília Cavendish-Bentinck. Sua mãe era bisneta do primeiro-ministro britânico William Cavendish-Bentinck, 3.º Duque de Portland, e descendia também do governador-geral da Índia Richard Wellesley, 1.º Marquês Wellesley, irmão mais velho do também primeiro-ministro Arthur Wellesley, 1.º Duque de Wellington.[2] O local de seu nascimento permanece incerto, porém é provável que ela tenha nascido na casa de seus pais de Westminster em Belgrave Mansions, Grosvenor Gardens, ou em uma ambulância puxada por cavalos no caminho para o hospital.[3] Outros locais possíveis inclui a Casa Forbes em Londres, residência de sua avó materna Caroline Louisa Burnaby.[4] Seu nascimento foi registrado em Hitchin, Hertfordshire,[5] perto da casa de campo dos Strathmore, St Paul's Walden Bury, que foi d...

    O príncipe Alberto, Duque de Iorque – chamado de "Bertie" por sua família – era o segundo filho do rei Jorge V do Reino Unido e da rainha Maria de Teck. Ele pediu Isabel em casamento pela primeira vez em 1921, porém ela recusou por ter "medo de nunca, nunca mais ter a liberdade de pensar e agir como sinto que eu realmente deveria".[13] Quando ele declarou que não se casaria com outra, sua mãe a rainha Maria decidiu visitar os Bowes-Lyon para conferir ela mesma a garota que havia roubado o coração de seu filho. Ela acabou ficando convencida que Isabel era "a única garota que poderia fazer Bertie feliz", mas mesmo assim decidiu não interferir.[14] Ao mesmo tempo, Isabel foi cortejada por James Stuart, o secretário de Alberto, até ele ter deixado o serviço do príncipe por um trabalho melhor em um negócio petrolífero nos Estados Unidos.[15] Em fevereiro de 1922 Isabel foi uma das damas de honra no casamento de Maria, Princesa Real e irmã de Alberto, com Henrique Lascelles, Visconde Lasc...

    Depois de uma visita bem sucedida à Irlanda do Norte em julho de 1924, o governo trabalhista concordou que Alberto e Isabel poderiam viajar pelo Leste da África entre dezembro de 1924 e abril de 1925.[25] O governo trabalhista foi derrotado nas eleições de novembro pelos conservadores, algo que Isabel descreveu a sua mãe como "maravilhoso",[26] e três semanas depois o governador-geral do Sudão Anglo-Egípcio, sir Lee Stack, foi assassinado. Mesmo assim a viagem continuou e o casal visitou Áden, Quênia, Uganda e Sudão, porém o Egito foi evitado por causa das tensões políticas.[27] Alberto sofria de gagueira, algo que muito afetava sua capacidade de discursar; assim, a partir de outubro de 1925 Isabel passou a ajudá-lo durante sessões de terapia com Lionel Logue. O casal teve sua primeira filha no ano seguinte, a princesa Isabel – chamada de "Lilibet" pela família. A segunda filha nasceu quatro anos depois, a princesa Margarida. O duque e a duquesa, sem a filha, viajaram pela Austrália...

    O Rei Jorge V morreu em 20 de janeiro de 1936 e Eduardo, Príncipe de Gales o irmão mais velho de Alberto, ascendeu ao torno como rei Eduardo VIII. Jorge havia expressado antes de morrer suas preocupações particulares sobre seu sucessor, dizendo: "Eu rezo a Deus que meu filho mais velho nunca se case e que nada fique entre Bertie e Lilibet e o trono".[35] Eduardo foi forçado a enfrentar uma crise constitucional depois de alguns meses de reinado por insistir em se casar com a americana Wallis Simpson, uma divorciada do primeiro marido e ainda casada com o segundo. Apesar de legalmente poder se casar com ela, como rei ele era também o chefe da Igreja Anglicana, que na época não permitia que pessoas divorciadas se casassem novamente. Os ministros do rei acreditavam que o povo britânico jamais aceitaria Wallis como sua rainha, aconselhando-o contra o casamento. Eduardo foi forçado a aceitar os conselhos como monarca constitucional.[36] Em vez de abandonar seus planos de casamento, ele es...

    Visitas e viagens

    Uma visita de estado do rei e da rainha para a França em 1938 foi adiada em três semanas por causa da morte da mãe de Isabel, Cecília Cavendish-Bentinck. Duas semanas depois Norman Hartnell criou para a rainha um enxoval todo branco, já que ela não podia usar nada colorido por ainda estar de luto.[43] A visita tinha a intenção de melhorar a solidariedade anglo-francesa no iminente conflito com a Alemanha Nazista. A imprensa francesa elogiou o comportamento e o charme do casal real durante a v...

    Segunda Guerra Mundial

    O rei e a rainha tornaram-se símbolos nacionais da resistência durante a Segunda Guerra Mundial.[61] O Livro da Cruz Vermelha da Rainha foi criado pouco depois da declaração de guerra. Cinquenta autores e artistas contribuíram com o livro, que tinha na capa um retrato de Isabel tirado por Cecil Beaton e foi vendido para ajudar a Cruz Vermelha.[62] Ela publicamente se recusou a deixar Londres ou enviar suas filhas para o Canadá, mesmo durante a Blitz, quando foi aconselhada pelo gabinete a faz...

    Pós-guerra

    O Partido Conservador de Churchill foi derrotado pelo Partido Trabalhista de Clement Attlee nas eleições gerais parlamentares de 1945. As opiniões políticas de Isabel raramente eram conhecidas,[72] porém ela descreveu em 1947 as "grandes esperanças de um paraíso socialista na terra" de Attlee como desvanecendo e supostamente descreveu seus eleitores como "pobre povo, tantos pouco educados e confusos. Eu realmente os amo".[73] Woodrow Wyatt achava que ela era "muito mais pró-conservadora" que...

    Viuvez

    Jorge VI morreu em 6 de fevereiro de 1952 enquanto dormia.[81] Isabel assim passou a ser chamada de "Sua Majestade, a Rainha Isabel, a Rainha Mãe" porque o estilo normal para se chamar a viúva de um rei, "Rainha Isabel", era muito similar ao estilo de sua filha mais velha, a agora rainha soberana Isabel II.[82] Popularmente ela ficou conhecida como "Rainha Mãe" ou "Rainha Mamãe".[83] Ela ficou devastada pela morte do rei e foi para um retiro na Escócia. Entretanto, ela saiu do retiro e voltou...

    Centenário

    Isabel passou a ser conhecida em seus últimos anos por sua longevidade. Seu aniversário de noventa anos em 4 de agosto de 1990 foi celebrado com um desfile no dia 27 de junho envolvendo muitas das trezentas organizações das quais era patrona.[106] Compareceu em 1995 ao eventos de comemoração dos cinquenta anos do fim da Segunda Guerra Mundial; no mesmo ano passou por duas operações: uma para retirar catarata de seu olho esquerdo e outra para substituir seu quadril direito.[107] Seu quadril es...

    Isabel morreu às 3h15min de 30 de março de 2002 enquanto dormia no Chalé Real, Windsor, com sua filha, a rainha, ao seu lado. Ela estava sofrendo de um resfriado que já durava quatro meses.[119] Isabel tinha 101 anos de idade, sendo, na época de sua morte, o membro da família real britânica com a maior longevidade da história. Esse recorde foi quebrado um ano depois por sua cunhada Alice, Duquesa de Gloucester, que morreu aos 102 anos em 29 de outubro de 2004.[126] A Rainha Mãe plantava camélias nos jardins de todas as suas residências, com um arranjo especial sendo colocado em cima de seu caixão quando ela foi levada de Windsor para seu velório no Salão de Westminster.[127] Mais de duzentas mil pessoas passaram para ver seu caixão no Palácio de Westminster. Membros de várias divisões das forças armadas ficaram de guarda nos quatro cantos de seu catafalco. Em certo momento, seus quatro netos, Carlos, Príncipe de Gales, André, Duque de Iorque, Eduardo, Conde de Wessex e David Armstro...

    Isabel foi conhecida pelo seu charme pessoal e público, era um dos membros mais populares da família real,[134] e ajudou a estabilizar a popularidade da monarquia como um todo.[135] Os críticos incluíram Kitty Kelley, que falsamente alegou que durante a Segunda Guerra Mundial Isabel não cumpriu os regulamentos de racionamento.[136][137] Isso, no entanto, foi contradito pelos registros oficiais,[138][139] e Eleanor Roosevelt, que durante a sua estada durante a guerra no Palácio de Buckingham relatou expressamente sobre a comida racionada servida no palácio e a água limitada do banho permitida.[140] Alegações de que Isabel usou calúnias racistas para se referir aos negros foram fortemente negadas pelo major Colin Burgess,[141] o marido de Elizabeth Burgess, uma secretária mestiça que acusou membros da Casa do Príncipe Charles de abuso racial.[142] Isabel não fez comentários públicos sobre a raça, mas de acordo com Robert Rhodes James, em particular, ela "abominava a discriminação raci...

    Títulos e estilos

    1. 4 de agosto de 1900 – 16 de fevereiro de 1904: "A Honorável Isabel Bowes-Lyon" 2. 16 de fevereiro de 1904 – 26 de abril de 1923: "Lady Isabel Bowes Lyon" 3. 26 de abril de 1923 – 11 de dezembro de 1936: "Sua Alteza Real, a Duquesa de Iorque" 4. 11 de dezembro de 1936 – 6 de fevereiro de 1952: "Sua Majestade, a Rainha" 4.1. 1 de dezembro de 1936 – 14 de agosto de 1947, na Índia: "Sua Majestade Imperial, a Rainha-Imperatriz" 5. 6 de fevereiro de 1952 – 30 de março de 2002: "Sua Majestade, a...

    Brasão

    O brasão de Isabel era o real brasão de armas do Reino Unido de seu marido, impalado com o brasão de seu pai; com o segundo sendo: I e IV argente, um leão rampant azure, armado e linguado goles, dentro de um treassure flory-contra-flory duplo; II e III arminhos, três arcos em pala proper.[166] O escudo é encimado pela coroa imperial e tendo como suportes o leão coroado da Inglaterra e um leão rampant em faixa or e goles.[167]

  5. Coronación de Jorge VI del Reino Unido e Isabel Bowes-Lyon ...

    es.wikipedia.org › wiki › Coronación_de_Jorge_VI_del
    • Antecedentes
    • Preparación
    • Evento
    • Ceremonia
    • Honores Y Conmemoraciones Oficiales
    • Referencias
    • Enlaces Externos

    Ascenso al trono

    En enero de 1936, el rey Jorge V falleció y su hijo mayor, Eduardo VIII, le sucedió como rey-emperador del Imperio británico. Se encontraba soltero por aquel entonces, pero buscaba casarse con Wallis Simpson, una socialité estadounidense que se encontraba tramitando su segundo divorcio. A pesar de que la relación no había trascendido a la opinión pública inglesa, si lo había hecho en Estados Unidos, y la controversia estaba fijada en el hecho que la Iglesia de Inglaterra no permitía el casami...

    Ceremonia de coronación

    Aunque el reinado de los monarcas británicos comienza en el momento de la muerte o abdicación del anterior, la ceremonia de coronación marca su investidura formal. Para la de 1937, esta fue organizada por un Comité de Coronación, establecido por el Consejo Privado del Reino Unido y compartido por el Lord presidente del Consejo; su cuerpo central, el Comité ejecutivo, era liderado por el Bernard Fitzalan-Howard, duque de Norfolk, que hacía las veces de Conde mariscal, y que tenía la responsabi...

    Planificación

    El Comité de Coronación no se reunió hasta el 24 de junio de 1936: Ramsay MacDonald, Lord presidente del Consejo, se reunió con el duque de Norfolk para discutir el proceso a seguir. Mientras Eduardo VIII se encontraba de viaje en el Nahlin junto a Wallis Simpson, su hermano Alberto ocupó su lugar en los comités.[3]​ Aunque el rey inicialmente se mostró reacio a la realización de la ceremonia, incluso preguntando al Arzobispo de Canterbury si podía hacer dispensa de esta, accedió posteriormen...

    Arzobispo de Canterbury

    Aunque el Comité Ejecutivo fue liderado por el Conde mariscal, el Arzobispo de Canterbury, Cosmo Lang, fue una fuerte influencia detrás de los preparativos de la ceremonia, y muchas de las decisiones del servicio religioso fueron revisadas por él o en su presencia, al ser un miembro ex officio de ambos comités.[9]​ En medio de los preparativos para la ceremonia, Lang habló a través de la BBC, donde calificó a la coronación como una oportunidad para la renovación espiritual de la nación; a lo...

    Construcciones

    La coronación costó un total de £ 454.000, tres veces lo que se invirtió en la previa ceremonia de 1911.[11]​ El gasto incluía la construcción de un anexo que sería construido como una adición temporal en la entrada de la abadía, de diseño art déco según el diseño modernista pedido por Eduardo VIII, y en el que se combinaban las bestias heráldicas y alfombrado perteneciente al duque de Buccleuch.[12]​ Para cada coronación debían ser construidas graderías para acomodar al gran número de invita...

    Procesión

    Tradicionalmente, previo a la ceremonia de coronación, se realizaba una larga procesión a la abadía, que partía desde el Palacio de Buckingham y se dirigía hacia The Mall, a través del Arco del Almirantazgo y siguiendo por Whitehall, antes de llegar a la Abadía de Westminster,[4]​ que abrió sus puertas a las 8:30 de la mañana. La procesión iniciaba con miembros menores y parientes de la Familia Real y representantes de la realeza extranjera y jefes de Estado, quien salieron de Buckingham entr...

    Llegada a la abadía

    La ceremonia contó con la presencia de las princesas Isabel y Margarita, hijas de la pareja real, así como con la reina madre María, convirtiéndola en la primera coronación británica a la que asistió una reina ya coronada.[6]​ Miembros de la familia real asistieron y todos los pares del reino y miembros del Parlamento fueron invitados. A su vez, se añadían los principales administradores coloniales, embajadores, príncipes indios[20]​ y primeros ministros de toda la Mancomunidad;[21]​ y, por p...

    Entrada de la familia real

    Liderados por dos oficiales de armas (los Persevantes de la Cruz Roja y del Dragón Rojo) y dos caballeros acomodadores (el Contraalmirante Arthur Bromley y el Teniente Coronel Henry De Satgé), los miembros principales de la Familia Real llegaron a las 10:15 a la abadía. La Princesa Real María flanqueada por las princesas Isabel y Margarita, seguidas de las Duquesas de Glocester y de Kent y luego, en parejas, el Príncipe Arturo de Connaught y su esposa Alejandra, la Princesa Alicia de Albany y...

    La ceremonia en sí comenzó una vez que todos los participantes llegaron a la abadía y el Rey y la Reina tomaron asiento. A diferencia de las coronaciones anteriores, se hicieron esfuerzos para acortar la larga ceremonia: la letanía se cantó durante la procesión de la regalia antes del inicio del servicio religioso, y el sermón se omitió por completo.[29]​ Aun así, la ceremonia se extendió por dos horas y media,[30]​ excluyendo las procesiones preliminar y posterior.

    Programa de celebraciones y eventos reales

    Además de la ceremonia de coronación, un programa de 23 días de eventos oficiales abarcó la mayor parte del mes de mayo de 1937. La coronación de 1902 fue la primera en vez implementado un programa de actividades, pero la del Jorge VI fue prácticamente el doble de eventos y, basándose en el desarrollo de la de 1911, se planteó como un gran espectáculo público. Sir Roy Strong argumentó que las festividades fueron diseñadas para "recuperar la confianza de la nación" luego de la crisis de abdica...

    Honores, medallas, monedas y estampillas

    Para la ocasión, el rey creó trece títulos nobiliarios y siete barones, además de nombramientos en el Consejo Privado y en las órdenes de la Jarretera, Cardo, Baño, Mérito, Estrella de la India, San Miguel y San Jorge y la Real Orden Victoriana.[57]​ Además, se lanzó la tradicional medalla oficial para conmemorar la ocasión, que a diferencia de las realizadas en las de su padre y abuelo, solo fue de un tipo.[58]​ La medalla fue regalada a 90.279 personas de todo el imperio.[59]​ La Real Casa...

    Recuerdos y souvenirs

    La coronación fue capitalizada por los fabricantes como un medio para vender material conmemorativo.[64]​ Grabaciones del servicio religioso se pusieron en venta, mientras que cristalería y la cerámica también se fabricaron para conmemorar el evento. En Canadá, por ejemplo, se imprimieron al menos cinco libros de cocina para conmemorar la coronación.[65]​

    Bibliografía

    1. The Coronation Book of King George VI and Queen Elizabeth, n.d., Odham's Press Ltd., London 2. Beaken, R. (2012). Cosmo Lang: Archbishop in War and Crisis, I.B. Tauris & Co Ltd (ISBN 978-1-78076-355-2) 3. Driver, E. (2008). Culinary Landmarks: A Bibliography of Canadian Cookbooks, University of Toronto Press Inc. (ISBN 978-0-8020-4790-8) 4. Hobsbawn, E. and Ranger, T. (1983) The Invention of Tradition, 20th printing (2012; first pub. 1983), Cambridge University Press (ISBN 978-1-107-60467-...

    Wikimedia Commons alberga una categoría multimedia sobre Coronación de Jorge VI del Reino Unido e Isabel Bowes-Lyon.
    The Coronation, noticiario de cine de British Movietone News
    Royal Naval Review Aka His Majesty Review His Fleet 1937, noticiario de cine de British Pathé Archives.
  6. Wikipedia:Candidatos a artículos destacados/Isabel Bowes-Lyon ...

    es.wikipedia.org › wiki › Wikipedia:Candidatos_a

    Los comentarios posteriores deben hacerse en la página de discusión del artículo o en Wikipedia Discusión:Candidatos a artículos destacados. No se deben realizar más ediciones en esta página. Candidatura a artículo destacado de Isabel Bowes-Lyon

  7. Queen Elizabeth The Queen Mother - Wikipedia

    en.wikipedia.org › wiki › Elizabeth_Bowes-Lyon
    • Early Life
    • Duchess of York
    • Accession and Abdication of Edward VIII
    • Queen Consort
    • Queen Mother
    • Death
    • Legacy
    • Titles, Styles, Honours and Arms
    • Bibliography
    • External Links

    Elizabeth Angela Marguerite Bowes-Lyon was the youngest daughter and the ninth of ten children of Claude Bowes-Lyon, Lord Glamis (later the 14th Earl of Strathmore and Kinghorne in the Peerage of Scotland), and his wife, Cecilia Cavendish-Bentinck. Her mother was descended from British Prime Minister William Cavendish-Bentinck, 3rd Duke of Portland, and Governor-General of India Richard Wellesley, 1st Marquess Wellesley, who was the elder brother of another Prime Minister, Arthur Wellesley, 1st Duke of Wellington.[c] The location of her birth remains uncertain, but reputedly she was born either in her parents' Westminster home at Belgrave Mansions, Grosvenor Gardens, or in a horse-drawn ambulance on the way to a hospital. Other possible locations include Forbes House in Ham, London, the home of her maternal grandmother, Louisa Scott. Her birth was registered at Hitchin, Hertfordshire, near the Strathmores' English country house, St Paul's Walden Bury, which was also given as her bir...

    After a successful visit to Northern Ireland in July 1924, the Labour government agreed that Albert and Elizabeth could tour East Africa from December 1924 to April 1925. The Labour government was defeated by the Conservatives in a general election in November (which Elizabeth described as "marvellous" to her mother) and the Governor-General of Anglo-Egyptian Sudan, Sir Lee Stack, was assassinated three weeks later. Despite this, the tour went ahead, and they visited Aden, Kenya, Uganda, and Sudan, but Egypt was avoided because of political tensions. Albert had a stammer, which affected his ability to deliver speeches, and after October 1925, Elizabeth assisted in helping him through the therapy devised by Lionel Logue, an episode portrayed in the 2010 film The King's Speech. In 1926, the couple had their first child, Princess Elizabeth—"Lilibet" to the family—who would later become Queen Elizabeth II. Albert and Elizabeth, without their child, travelled to Australia to open Parliam...

    On 20 January 1936, King George V died and Albert's brother, Edward, Prince of Wales, became King Edward VIII. George had expressed private reservations about his successor, saying, "I pray God that my eldest son will never marry and that nothing will come between Bertie and Lilibet and the throne." Just months into Edward's reign, his decision to marry the American divorcée Wallis Simpson caused a constitutional crisis. Although legally Edward could have married Simpson, as King he was also head of the Church of England, which at that time did not allow divorced people to remarry. Edward's ministers believed that the people would never accept Simpson as Queen and advised against the marriage. As a constitutional monarch, Edward was obliged to follow ministerial advice. Rather than abandon his plans to marry Simpson, he chose to abdicate in favour of Albert, who reluctantly became King in his place on 11 December 1936 under the regnal name of George VI. George VI and Elizabeth were...

    State visits and royal tour

    In summer 1938, a state visit to France by the King and Queen was postponed for three weeks because of the death of the Queen's mother, Lady Strathmore. In two weeks, Norman Hartnell created an all-white trousseau for the Queen, who could not wear colours as she was still in mourning. The visit was designed to bolster Anglo-French solidarity in the face of aggression from Nazi Germany.The French press praised the demeanour and charm of the royal couple during the delayed but successful visit,...

    Second World War

    During the Second World War, the King and Queen became symbols of the fight against fascism. Shortly after the declaration of war, The Queen's Book of the Red Cross was conceived. Fifty authors and artists contributed to the book, which was fronted by Cecil Beaton's portrait of the Queen and was sold in aid of the Red Cross. Elizabeth publicly refused to leave London or send the children to Canada, even during the Blitz, when she was advised by the Cabinetto do so. She declared, "The children...

    Post-war years

    In the 1945 British general election, Churchill's Conservative Party was soundly defeated by the Labour Party of Clement Attlee. Elizabeth's political views were rarely disclosed, but a letter she wrote in 1947 described Attlee's "high hopes of a socialist heaven on earth" as fading and presumably describes those who voted for him as "poor people, so many half-educated and bemused. I do love them." Woodrow Wyatt thought her "much more pro-Conservative" than other members of the royal family,...

    Widowhood

    Shortly after George VI's death, Elizabeth began to be styled as Her Majesty Queen Elizabeth The Queen Mother because the normal style for the widow of a king, "Queen Elizabeth", would have been too similar to the style of her elder daughter, now Queen Elizabeth II. Popularly, she became the "Queen Mother" or the "Queen Mum". She was devastated by her husband's death and retired to Scotland. However, after a meeting with the Prime Minister, Winston Churchill, she broke her retirement and resu...

    Centenarian

    In her later years, Elizabeth became known for her longevity. Her 90th birthday—4 August 1990—was celebrated by a parade on 27 June that involved many of the 300 organisations of which she was a patron. In 1995, she attended events commemorating the end of the war fifty years before, and had two operations: one to remove a cataract in her left eye, and one to replace her right hip. In 1998, her left hip was replaced after it was broken when she slipped and fell during a visit to Sandringhamst...

    On 30 March 2002, at 15:15 (GMT), Elizabeth died in her sleep at the Royal Lodge, Windsor Great Park, with her surviving daughter, Queen Elizabeth II, at her bedside. She had been suffering from a cold for the previous four months. At 101 years and 238 days old she was the longest-lived member of the royal family in British history. Her last surviving sister-in-law, Princess Alice, Duchess of Gloucester,exceeded that, dying aged 102 on 29 October 2004. Elizabeth grew camellias in every one of her gardens, and before her flag-draped coffin was taken from Windsor to lie in state at Westminster Hall, an arrangement of camellias from her own gardens was placed on top. An estimated 200,000 people over three days filed past as she lay in state in Westminster Hall at the Palace of Westminster. Members of the household cavalry and other branches of the armed forces stood guard at the four corners of the catafalque. At one point, her four grandsons Prince Charles, Prince Andrew, Prince Edwar...

    Elizabeth—known for her personal and public charm—was one of the most popular members of the royal family, and helped to stabilise the popularity of the monarchyas a whole. Critics included Kitty Kelley, who falsely alleged that during the Second World War Elizabeth did not abide by the rationing regulations. This, however, was contradicted by the official records, and Eleanor Roosevelt during her wartime stay at Buckingham Palace reported expressly on the rationed food served in the Palace and the limited bathwater that was permitted. Claims that Elizabeth used racist slurs to refer to black people were strongly denied by Major Colin Burgess, the husband of Elizabeth Burgess, a mixed-race secretary who accused members of Prince Charles's Household of racial abuse. Elizabeth made no public comments on race, but according to Robert Rhodes James in private she "abhorred racial discrimination" and decried apartheid as "dreadful". Woodrow Wyatt records in his diary that when he expresse...

    Titles and styles

    1. 1900–1904: The Honourable Elizabeth Bowes-Lyon 2. 1904–1923: Lady Elizabeth Bowes-Lyon 3. 1923–1936: Her Royal HighnessThe Duchess of York 4. 1936–1952: Her MajestyThe Queen 5. 1952–2002: Her MajestyQueen Elizabeth The Queen Mother

    Arms

    Elizabeth's coat of arms was the royal coat of arms of the United Kingdom (in either the English or the Scottish version) impaled with the canting arms of her father, the Earl of Strathmore; the latter being: 1st and 4th quarters, Argent, a lion rampant Azure, armed and langued Gules, within a double tressure flory-counter-flory of the second (Lyon); 2nd and 3rd quarters, Ermine, three bows stringed paleways proper (Bowes). The shield is surmounted by the imperial crown, and supported by the...

    Bradford, Sarah (1989), The Reluctant King: The Life and Reign of George VI, New York: St Martin's
    Forbes, Grania (1999), My Darling Buffy: The Early Life of The Queen Mother, Headline Book Publishing, ISBN 978-0-7472-7387-5
    Hogg, James; Mortimer, Michael, eds. (2002), The Queen Mother Remembered, BBC Books, ISBN 978-0-563-36214-2
    Howarth, Patrick (1987), George VI, Century Hutchinson, ISBN 978-0-09-171000-2
    Elizabeth at the Encyclopædia Britannica
    Remember This – An Elegy on the death of HM Queen Elizabeth, The Queen Mother by Andrew Motion, Poet Laureate, at the BBC
    The Queen Mother's Wedding on YouTubeon The Royal Channel
    • 12 May 1937
    • Elizabeth Angela Marguerite Bowes-Lyon, 4 August 1900, Hitchin or London, United Kingdom
  8. Jorge VI del Reino Unido - Wikipedia, la enciclopedia libre

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    • Nacimiento Y Familia
    • Infancia
    • Carrera Militar Y Educación
    • Matrimonio
    • Tartamudez
    • Ascensión Inesperada Al Trono
    • Reinado
    • de Imperio A Mancomunidad de Naciones
    • Segunda Guerra Mundial
    • Enfermedad Y Muerte

    Jorge VI nació en York Cottage, en la propiedad de Sandringham en Norfolk,[1]​ durante el reinado de su bisabuela, la reina Victoria. Su padre fue el príncipe Jorge, duque de York (más tarde Jorge V),[1]​ el segundo y único hijo superviviente varón de los príncipes de Gales (más tarde rey Eduardo VII y reina Alejandra). Su madre fue la duquesa de York (más tarde reina María),[1]​ la mayor y única hija del duque y la duquesade Teck. Jorge VI nació el 14 de diciembre de 1895,[1]​ misma fecha en que su bisabuelo Alberto de Sajonia-Coburgo-Gotha había muerto en 1861.[9]​ Inseguro sobre cómo la reina Victoria, viuda del príncipe Alberto, tomaría la noticia del nacimiento, el príncipe de Gales escribió al duque de York que la reina «se mostraría más bien afligida».[10]​ Dos días más tarde el príncipe escribió de nuevo al duque diciendo: «Estoy seguro de que ella estaría satisfecha si te propusieras llamarlo Alberto».[10]​ La reina Victoria se tranquilizó al conocer la propuesta de llamar...

    Su título de nacimiento fue: «Su Alteza príncipe Alberto de York» (en inglés: «His Highness Prince Albert of York»).[14]​ Sin embargo, tiempo más tarde, en 1898, Alberto recibió el título de «Su Alteza Real príncipe Alberto de York» (en inglés: «His Royal Highness Prince Albert of York»).[15]​ A menudo sufría problemas de salud y era descrito como «asustadizo y un tanto propenso a llorar».[16]​ Sus padres, el duque y la duquesa de York, se mantuvieron generalmente alejados de la crianza de sus hijos, como era la norma en las familias aristocráticas de la época.[17]​ Sufrió de tartamudez desde niño,[18]​[19]​ y a pesar de ser zurdo fue obligado a escribir con la mano derecha.[20]​ Además sufrió de genu valgo, por lo cual fue obligado a utilizar férulas correctoras.[17]​ Tras la muerte de la reina Victoria, el 22 de enero de 1901,[21]​ el príncipe de Gales se convirtió en rey con el nombre de Eduardo VII.[22]​ Después de que subiera Eduardo al trono, el siguiente en la línea de sucesi...

    Desde 1909, Alberto asistió al Colegio de la Marina Real en Osborne, como cadete naval.[23]​ En 1911, a pesar de ser el último de su clase, logró avanzar al Real Colegio Naval Britannia en Dartmouth.[24]​ Cuando Eduardo VII murió en 1910, el padre de Alberto se convirtió en el rey Jorge V.[5]​ Por lo cual, el príncipe Eduardo ascendió a príncipe de Gales,[25]​ y Alberto fue segundo en la línea de sucesión al trono.[23]​ Alberto fue comisionado como guardiamarina en la Marina Real británica el 15 de septiembre de 1913 y un año más tarde inició sus servicios en la Primera Guerra Mundial.[1]​[26]​ Sus compañeros le dieron el apodo de Mr. Johnson.[26]​ Fue mencionado en despachos por sus trabajos como oficial de torreta a bordo del HMS Collingwood durante la batalla de Jutlandia.[27]​ No vio nuevas acciones en la guerra,[28]​ en gran parte por los problemas que le causó una úlcera péptica.[27]​ En febrero de 1918, fue nombrado oficial a cargo en un centro de capacitación del Real Servic...

    En 1920, el duque de York conoció a la aristócrata lady Elizabeth Bowes-Lyon,[40]​[41]​ la hija más joven del conde y de la condesa de Strathmore y Kinghorne.[42]​ Al conocerla, Alberto decidió casarse con ella.[43]​ Sin embargo, debió proponerle tres veces matrimonio a Isabel, quien aceptó únicamente a la tercera,[40]​ al parecer porque se resistía a hacer los sacrificios necesarios para ser un miembro de la familia real.[44]​ Después de un noviazgo prolongado, Elizabeth accedió a casarse con él.[45]​ Finalmente el duque de York, Alberto, y lady Elizabeth contrajeron matrimonio el 26 de abril de 1923 en la Abadía de Westminster.[40]​ La recién formada British Broadcasting Company deseaba grabar y difundir el evento en la radio, pero el capítulo vetó la idea (aunque el decano, Herbert Edward Ryle, se mostró a favor de la propuesta).[46]​ A partir de su matrimonio Elizabeth recibió el tratamiento de «Su Alteza Real la duquesa de York» (en inglés: «Her Royal Highness The Duchess of Yo...

    A causa de su tartamudez, Alberto temía hablar en público.[18]​ Realizó un discurso de clausura en la Exposición del Imperio Británico en Wembley el 31 de octubre de 1925, que fue una terrible experiencia tanto para él como para los oyentes.[36]​ Ello sirvió para que el duque buscara una forma de apaciguar su tartamudez, en la que participó Lionel Logue, un logopeda de origen australiano.[51]​[52]​ Tras diagnosticar una coordinación deficiente entre la laringe y el diafragma, Logue prescribió al duque ejercicios vocales durante una hora diaria.[52]​ El tratamiento de Logue consiguió que el duque se relajase al hablar.[53]​[52]​ Realizando su mayor esfuerzo y con ayuda de la terapia, el duque logró inaugurar la Casa del Parlamento en Canberra en 1927,[54]​ y fue capaz de hablar posteriormente con solo ligeras vacilaciones.[55]​

    El 20 de enero de 1936, murió el rey Jorge V,[5]​ ascendiendo entonces el príncipe Eduardo al trono como Eduardo VIII.[25]​ Sin embargo, Jorge V tenía serias opiniones acerca de Eduardo,[56]​ y más de una vez este provocó la ira de su padre a causa de su «eterna adolescencia» y de ser un mujeriego.[57]​ Jorge V había expresado sus opiniones acerca de su hijo mayor: «Ruego a Dios que mi hijo mayor nunca se case ni tenga hijos, para que nada se interponga entre Bertie y Lilibet y el trono».[56]​ El rey Eduardo VIII tenía planeado casarse con la socialité estadounidense Wallis Simpson (divorciada dos veces).[58]​ Los ministros creían que el pueblo nunca aceptaría a Wallis como reina y le aconsejaban que no se casara; como monarca constitucional, Eduardo estaba obligado a aceptar el consejo de los ministros.[59]​ Después de 325 días de reinado,[60]​ el 11 de diciembre de 1936,[58]​ Eduardo VIII abdicó del trono en favor de su hermano Alberto,[61]​ para poder casarse con Simpson.[60]​ El...

    Alberto asumió el título de rey con el nombre de Jorge VI (en inglés: King George VI) para hacer hincapié en la continuidad con su padre y restaurar la confianza en la monarquía.[64]​ El comienzo del reinado de Jorge VI estuvo marcado por las preguntas acerca de su predecesor, cuyos títulos, tratamiento y posiciones eran inciertos. Eduardo fue presentado como «Su Alteza Real el príncipe Eduardo» (en inglés: «His Royal Highness Prince Edward») para la difusión de la abdicación.[65]​ Sin embargo, Jorge VI sentía que al abdicar y renunciar Eduardo había perdido el derecho a títulos reales, incluido el de «Su Alteza Real».[66]​ En solución al problema, uno de los primeros actos de Jorge como rey fue el de conceder a su hermano el tratamiento y título de «Su Alteza Real el duque de Windsor», aunque la patente real explicaba que: «Su esposa y sus descendientes, si los hubiere, no podrían recibir dicho título o atributo».[67]​ Además, Jorge VI se vio forzado a comprar al príncipe Eduardo e...

    El reinado de Jorge VI vio la aceleración de la disolución del Imperio británico, que se había iniciado con la Declaración Balfour en la Conferencia Imperial de 1926, cuando los dominios británicos fueron reconocidos como estados soberanos, declaración que se formalizó en el Estatuto de Westminster de 1931.[86]​ El proceso de transformación de un imperio a una asociación voluntaria de estados independientes conocida como la Mancomunidad de Naciones, se aceleró después de la Segunda Guerra Mundial.[87]​ En 1947, la India británica se convirtió en los dos dominios independientes de India y Pakistán, para después convertirse en repúblicas.[88]​ En el mismo año, Jorge VI dejó de ser emperador de la India,[2]​[89]​ convirtiéndose a su vez en la primera cabeza de la Mancomunidad de Naciones.[4]​ Irlanda en 1946, al convertirse oficialmente en república optó por abandonar la Mancomunidad al igual que otras naciones.[90]​

    Tras la declaración de guerra por parte del Reino Unido a Alemania el 3 de septiembre de 1939, Jorge VI se dirigió al pueblo por medio de un discurso, en el cual pidió que: «se mantuvieran firmes ante los oscuros días venideros».[91]​[92]​ Después de que estallara la guerra, Jorge VI y su esposa decidieron quedarse en Londres, a pesar de los bombardeos alemanes.[93]​ Debido a la negativa de abandonar Gran Bretaña durante el conflicto y su activa participación en la guerra, la familia real ganó muchos admiradores.[92]​ El rey y la reina se mantuvieron en el Palacio de Buckingham; sin embargo, enviaron a sus hijas al Castillo de Windsor por seguridad.[93]​ El rey, por lo general, pasaba las noches en el Castillo de Windsor.[94]​ El primer ataque alemán en Londres sucedió el 7 de septiembre de 1940, matando a cerca de un millar de civiles, sobre todo en el East End.[95]​[96]​[97]​ El 13 de septiembre, el rey y la reina evitaron la muerte cuando dos bombas alemanas explotaron en un pati...

    Los problemas de salud del rey se agravaron al ser diagnosticado con cáncer de pulmón, dado que era un fumador empedernido, además de que sufría de gran estrés.[7]​[109]​ Tuvo que posponer un viaje a Australia y Nueva Zelanda debido a que tenía una obstrucción arterial en la pierna derecha, por lo cual fue operado en marzo de 1949.[110]​ El viaje fue reorganizado y en lugar del rey y la reina viajaron la princesa Isabel y el príncipe Felipe de Edimburgo.[111]​ Su salud le permitió inaugurar el Festival de Gran Bretaña en mayo de 1951, pero el 23 de septiembre del mismo año, fue sometido a una neumonectomía donde le fue extirpado el pulmón izquierdo, dado que le fue descubierto un tumor maligno.[112]​ Durante la Ceremonia de apertura del Parlamento del Reino Unido en noviembre, el discurso del trono del rey tuvo que ser leído por el lord canciller Lord Simonds.[113]​ El discurso real de Navidad de 1951 que dio el rey tuvo que ser grabado en partes y luego editado todo junto.[114]​ Co...

    • Alberto Federico Arturo Jorge
    • Eduardo VIII
  9. Claude Bowes-Lyon - Wikipedia, la enciclopedia libre

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    • Biografía
    • Familia
    • Enlaces Externos

    Nació en la Plaza Lowndes en Londres, el hijo de [[Claude Bowes-Lyon (1824-1904)|Claudio Bowes-Lyon, 1. REDIRECCIÓN Plantilla:marrano conde de Strathmore y Kinghorne]] y su esposa Frances Dora Smith.[1]​ Después de haber sido educado en Eton, recibió una comisión en la 2.ª Life Guards en 1876, y sirvió durante seis años hasta el año siguiente de su matrimonio.[2]​ Al suceder en el Condado de Strathmore y Kinghorne a su padre el 16 de febrero de 1904, heredó grandes propiedades en Escocia e Inglaterra, incluyendo el Castillo de Glamis, en Angus (Escocia).[2]​ Fue hecho Lord Teniente de Angus,[3]​ puesto al que renunció cuando su hija fue coronada Reina del Reino Unido. A pesar de que el Conde era algo reservado con la realeza,[4]​ en 1923 su hija menor, Lady Elizabeth, se casó con el segundo hijo del Rey Jorge V, el Príncipe Alberto, Duque de York, y para conmemorar dicha unión el Conde fue hecho Caballero Gran Cruz de la Real Orden Victoriana. Cinco años después fue hecho Caballero...

    Se casó con Cecilia Cavendish-Bentinck el 16 de julio de 1881, en Petersham, Surrey. La pareja tuvo diez hijos:

    Esta obra contiene una traducción parcial derivada de «Claude Bowes-Lyon, 14th Earl of Strathmore and Kinghorne» de la Wikipedia en inglés, publicada por sus editores bajo la Licencia de documentac...

    • Claude George Bowes-Lyon
    • 14 de marzo de 1855, Londres, Inglaterra, Reino Unido
  10. Isabel Bowes Lyon Edad A La Que Murió

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