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  1. Inglaterra, oficialmente Reino de Inglaterra (en inglés Kingdom of England, anglonormando: Realme d'Engleterre, [5] [6] [7] nórdico antiguo: Konungdómr af Ǫngulland), fue el nombre de un estado soberano ubicado al sur de la Gran Bretaña, cuyo territorio correspondía a las actuales naciones constitutivas de Inglaterra y Gales.

  2. Inglaterra (en inglés, England /ˈɪŋɡlənd/) es una de las cuatro naciones constituyentes del Reino Unido.Su territorio está formado geográficamente por la parte sur y central de Gran Bretaña, isla que comparte junto a Escocia y Gales, y cerca de 100 islas más pequeñas como las islas Sorlingas y la isla de Wight.

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    • Londres
    • Historia
    • A Reforma
    • as Dúas Revolucións Do Século XVII
    • Monarcas de Inglaterra
    • Véxase tamén

    Unificación e consolidación do reino

    Tras as invasións viquingas do século IX, Inglaterra logrou unha recuperación relativamente rápida. Ao mando dos anglosaxóns, Alfredo o Grande, rei de Wessex (871-899), venceu aos daneses e chegou a controlar todo o sur de Inglaterra, entre Wessex e Danelaw. Transformou o exército, a xustiza e a educación; creou unha frota, fortificou cidades e fundou grandes escolas para os fillos dos nobres e dos homes libres e ricos. As súas reformas sentaron as bases, que permitiron aos seus sucesores rec...

    Guerra dos Cen Anos

    O 1 de febreiro de 1328 morreu Carlos IV de Francia sen deixar descendencia. Eduardo III tiña dereitos por ser sobriño de Carlos, pero os nobres franceses preferiron a Filipe de Valois, quen reinou co nome de Filipe VI de Francia. Entre 1331-1334, no marco da guerra civil escocesa, Eduardo III apoiou a Eduardo Balliol, coroado en 1334. David II de Escocia, rival de Balliol, tras a derrota buscou refuxio en Francia e rendeu homenaxe a Filipe VI. En 1337, Filipe VI confiscou o ducado de Güiena....

    Estado, relixión e economía durante a Idade Media

    A monarquía inglesa na Idade Media caracterízase polo seu gran patrimonio, capacidade de influencia, poder e control sobre a nobreza. A burocracia era incipiente. A organización territorial baseábase nos condados e era sólida e eficaz. Non existían exército ou policía regulares. O parlamento era débil, con preponderancia da Cámara dos Comúns sobre a Cámara dos Lores. A igrexa estaba suxeita ao poder real, era rica, mantedora da cultura e benfeitora social. Estruturada en parroquias. O clero e...

    A Reforma anglicana é unha serie de acontecementos ocorridos en Inglaterra no século XVI que culminaron coa separación da Igrexa de Inglaterra e a Igrexa católica e coa emancipación da autoridade papal. É parte da reforma protestante que ocorreu en moitos países de Europa.

    Os reis de Inglaterra eran poderosos, pero non dispuñan de exército regular e os seus ingresos eran limitados. Trataron de atopar fondos sen ter que depender do Parlamento. Inglaterra era un país claramente protestante e calquera movemento que puidese interpretarse como un intento de restablecer o catolicismo era obxecto dunha violenta resposta. A incapacidade de Carlos I de dar resposta a estes problemas orixinou a guerra civil.

    Anglosaxóns

    1. Alfredo o Grande(871-899) 2. Eduardo o Vello(899-924) 3. Aethelstan(924-939 4. Edmundo I(939-946) 5. Edred(946-955) 6. Edwy(955-959) 7. Edgar o Pacífico(959-975) 8. Eduardo o Mártir(975-979) 9. Ethereld IIO impreparado (979-1016) 10. Edmundo II"Lado de Ferro" (ABR.-Nov.1016) 11. Eduardo o Confesor(1042-1066) 12. Haroldo II(Ene.-Oct.1066)

    Normandos

    1. Canuto (1016-1035) 2. Harold Harefoot (1035-1040) 3. Hardicanute (1040-1042) 4. Guillerme I"O Conquistador"(1066-1087) 5. Guillerme II(1087-1100) 6. Henrique I(1100-1135) 7. Estevo de Blois(1135-1154)

    Os Anxevinos

    1. Henrique II(1154-1189) 2. Ricardo I(1189-1199) 3. Xoán I(1199-1216) 4. Henrique III(1216-1272) 5. Eduardo I(1272-1307) 6. Eduardo II(1307-1327) 7. Eduardo III(1327-1377) 8. Ricardo II(1377-1399) 9. Henrique IV(1399-1413) 10. Henrique V(1413-1422) 11. Henrique VI(1422-1461 / 1470-1471) 12. Eduardo IV(1461-1470,1471-1483) 13. Ricardo III(1483-1485)

    Outros artigos

    1. Historia de Inglaterra 2. Royal Navy 3. Inglés medio

  3. Gales fue incorporado totalmente al Reino de Inglaterra, [30] e Irlanda fue constituido como reino en unión personal con la corona inglesa. [31] Dentro del actual territorio norirlandés, las tierras de la nobleza católica gaélica independiente fueron confiscadas y dadas a los colonos protestantes de Inglaterra y Escocia.

    • Inglaterra Anglo-Saxã
    • Inglaterra Anglo-Normanda
    • Dinastia Plantageneta
    • Dinastia Tudor
    • Dinastia Stuart

    Compreende-se como Inglaterra anglo-saxã o período entre o estabelecimento dos reinos anglo-saxões (Heptarquia) após o fim do domínio romano na ilha, no século V, até a conquista normanda da Inglaterra em 1066. Havia vários reinos, na qual se destacam Wessex, Mércia, Sussex, Nortúmbria, Essex, Kent e Ânglia Oriental. No século IX, após uma desestabilização na região causada no pelas invasões viquingues, a unificação inglesa foi alcançada em 927 por Etelstano de Wessex, que fortificara seu reino contra os viquingues. O reino mantinha-se em unidade política no século que passara. Durante o reinado de Etelredo II (978-1016), uma nova onda de invasões foi orquestrada por Sueno I da Dinamarca, culminando em vinte e cinco anos de guerra até a conquista dinamarquesa da Inglaterra, em 1013. Mas Sueno morreu em 2 de fevereiro de 1014, e Etelredo foi restaurado ao trono. Em 1015, o filho de Sueno, Canuto, o Grande, lançou uma nova invasão. A guerra que se seguiu terminou com um acordo em 1016...

    Conquista normanda

    A paz durou até a morte de Eduardo sem filhos em janeiro de 1066. Seu cunhado Haroldo Godwineson foi coroado rei, mas seu primo Guilherme II da Normandia, imediatamente reivindicou o trono para si.[4] Guilherme lançou uma invasão da Inglaterra e desembarcou em Sussex em 28 de setembro de 1066. Haroldo e seu exército estavam em York, na sequência da sua vitória contra os noruegueses liderados pelo rei Haroldo Sigurdsson na batalha de Stamford Bridge (em 25 de setembro de 1066), quando a notíci...

    A Anarquia

    Anos após a estabilização do governo anglo-normando, uma crise sucessória se instaurou durante o reinado de Henrique I. Seu herdeiro legítimo, Guilherme Adelin, morreu no naufrágio do White Ship em 1120. Além disso, as tentativas de Henrique I em fazer de sua filha Matilde sua sucessora falharam. Henrique faleceu em 1135, e seu sobrinho Estevão de Blois tomou o poder. Após certa instabilidade política enfrentada por Estevão, Matilda e seu meio-irmão bastardo Roberto, o ruivo invadiram o sudoe...

    Estêvão faleceu em 1154, um ano após nomear Henrique como seu sucessor, na qual ascendeu ao trono (como Henrique II) com apoio popular após acabar com a guerra civil. Isso deu inicio à dinastia Plantageneta, a segunda dinastia da Inglaterra após a conquista Normanda. Entretanto, devido a disputas pelo trono, ela dividiu-se em Lancastre e Iorque. Essas duas famílias descendiam de Eduardo III.

    Após os tumultos da Guerra das Rosas, a dinastia Tudor governou durante o Renascimento inglês e novamente prorrogando o poder monárquico inglês além da Inglaterra, alcançando a plena união da Inglaterra e do Principado de Gales em 1542. Henrique VIII, filho de Henrique VII, ascendeu ao trono em 1509, após trinta e quatro anos de reinado de seu pai. Inicialmente casado com Catarina de Aragão, que não lhe deu o tão cobiçado herdeiro homem, Henrique começou a Reforma inglesa, quando não pôde se separa de Catarina para casar-se novamente. Influenciado pelo Reforma Protestante, declarou-se chefe da Igreja da Inglaterra, rompendo com Roma. Henrique faleceu em 1547, após ser declarado rei da Irlanda unificar Inglaterra e Gales. Foi sucedido por seu único filho homem, Eduardo VI, que deu continuidade à reforma religiosa. Durante o reinada de Eduardo a Inglaterra foi governada pela regência de seu tio, Seymour. Eduardo morreu jovem, sendo sucedido por sua irmã católica, Maria, que restabelec...

    Isabel I morreu sem descendentes em 1603, sendo sucedida por seu primo, o rei Jaime VI da Escócia. A partir de então, a casa de Stuart reinou na Inglaterra em uma união pessoal com a Escócia e Irlanda, conhecida como União das Coroas. Sob os Stuarts, o reinou mergulhou em um guerra civil, que culminou na execução de Carlos I em 1649.[15] A monarquia retornou em 1660 após uma breve república, mas a guerra civil estabeleceu que um monarca inglês não podia governar sem o consentimento do parlamento, embora esta concepção tenha ganho estabilidade apenas como parte da Revolução Gloriosa em 1688. A partir deste momento o Reino da Inglaterra, bem como os seus estados sucessores, funcionou efetivamente como uma monarquia constitucional. A revolução assegurou que para alguém poder suceder ao trono não poderia ser católico romano, lei que prevalece até hoje.[16] Em maio de 1707, a rainha Ana assinou o tratado de união, unindo os reinos da Inglaterra e Escócia, formando o Reino da Grã-Bretanha...

    • Prehistoria
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    • La Reforma
    • Las Dos Revoluciones Del Siglo XVII
    • Bibliografía
    • Referencias
    • Enlaces Externos

    Al noroeste del continente europeo se encuentra un conjunto de islas conocidas antiguamente como las Bretañas[cita requerida], siendo Gran Bretaña la más importante por su tamaño y la que da nombre al archipiélago. La isla era relativamente insignificante en la historia de la civilización occidental. Se conservan pocos indicios del idioma o civilización de los primeros habitantes, tan solo monumentos megalíticos, tales como Stonehenge, que datan de la Edad del bronce (hacia el 2300 a. C.). Los celtas llegaron a las [islas británicas] hacia el siglo V a. C., procedentes del continente europeo. Los primeros exploradores extranjeros que alcanzaron el archipiélago fueron griegos procedentes de Massilia[cita requerida] (hoy Marsella), hacia el 330 a. C. Antes de la llegada de los romanos, la totalidad de los pueblos de las islas Británicas eran de lengua celta.

    Tras la conquista de la [Galia], el general romano Julio César decidió hacer en el 55 a. C. una expedición de reconocimiento a la isla, a la que llamó Britannia. Al año siguiente volvió a Inglaterra con un ejército más importante y, tras derrotar a una confederación de tribus del sureste del país, sometió a parte de Inglaterra instándola a reconocer la supremacía de Roma, mediante el pago de algunos tributos y acercándola a la órbita de influencia romana. Sin embargo, no fue hasta el año 43, bajo el reino del emperador Claudio, que los romanos hicieron el movimiento decisivo de reducir Britannia a una provincia romana. Cuatro legiones fueron conquistando el sureste y centro de la isla, sin encontrar gran resistencia. Sin embargo, la conquista de Gales y del norte y oeste de Inglaterra presentó mayores problemas al avance romano. En el año 61 la rebelión de una tribu celta, comandada por su reina Boudica, arrasó Londinium (Londres) y otras ciudades. Esta rebelión fue sofocada con bru...

    Los siglos V y XI de la historia de Gran Bretaña se han denominado la «Edad oscura» porque es ciertamente muy poco lo que se sabe de ese período histórico. Esta época es, sin embargo, verdaderamente crucial en la formación de las naciones británicas porque es el momento en el que se suceden en pocos años dos hechos radicales: el abandono romano de la isla y la invasión por parte de anglos, jutos y sajones. Este período concluye con una supremacía absoluta de lo anglosajón, un retroceso imparable de lo celta que, recluido en Gales y Escocia, mantuvo la herencia latina. La escasez de fuentes históricas ha servido de acicate para dejar volar la imaginación para estos siglos, escenario temporal del ciclo artúrico. Según la Crónica anglosajona, la fuente histórica más importante del periodo, los proto-ingleses se establecieron en el suroeste de Gran Bretaña bajo el mando de Cerdic de Wessex, quien fundaría el Reino de Wessex (o de los Sajones occidentales) en el año 519. Terminada la Inv...

    Los normandos

    Los normandos, vikingos asentados en Normandía (Francia) y que habían adoptado el francés como lengua, conquistaron Inglaterra en 1066. Guillermo el Conquistador, que tenía derechos sobre el trono inglés, venció al rey sajón Harold en la batalla de Hastings y fue coronado rey. La dinastía normanda se extinguiría con Enrique I, cuya muerte en 1135 daría paso a la anarquía de Inglaterra. Esta es un período durante el cual tuvo lugar una guerra civil, bajo el inestable reinado de Esteban de Bloi...

    Guerra de los Cien Años

    En febrero de 1328 murió Carlos IV de Francia. Eduardo III tenía derechos por ser sobrino de Carlos, pero los nobles franceses prefirieron a Felipe de Valois, quien reinó con el nombre de Felipe VI. Entre 1331 y 1334, en el marco de la guerra civil escocesa, Eduardo III apoyó a Eduardo Balliol, coronado en 1334. David II, rival de Balliol, buscó refugio en Francia y rindió homenaje a Felipe VI. En 1337, Felipe VI confiscó el ducado de Aquitania. Esto acabó por desencadenar la guerra abierta e...

    Guerra de las Dos Rosas

    La Guerra de las Dos Rosas (1455-1485) fue el conjunto de conflictos intermitentes en la guerra civil que enfrentó a los miembros y partidarios de la Casa de Lancaster contra los de la Casa de York, pretendientes del trono de Inglaterra. Ambas familias reales tenían origen común en la Casa Real de Plantagenet, como descendientes del rey Eduardo III. El nombre «guerra de las Dos Rosas» o «guerra de las Rosas» no fue utilizado en su época, pero procede de los emblemas de ambas casas reales. Por...

    En este período Enrique VIII rompió los vínculos que le ataban a la Santa Sede. Con la ruptura, el monarca se instituyó como máxima autoridad de la Iglesia inglesa. Esta ruptura se consolidó con su hijo y heredero del trono, Eduardo VI bajo cuyo reinado, entre otras medidas, se dejó de exigir el celibato a los clérigos y se retiraron las imágenes de los templos religiosos. Algunas medidas de Eduardo VI provocaron multitud de conflictos entre el estado y muchas parroquias. Esta situación permitió a María I acceder al trono en 1554 restaurando de nuevo el catolicismo. No obstante, al morir sin descendencia en 1558, Isabel I convirtió Inglaterra definitivamente en un país de preponderancia protestante.

    Los reyes de Inglaterra eran poderosos, pero no disponían de ejército regular y sus ingresos eran limitados. Trataron de encontrar fondos sin tener que depender del Parlamento. Inglaterra era un país claramente protestante y cualquier movimiento que pudiera interpretarse como un intento de restablecer el catolicismo era objeto de una violenta respuesta. La incapacidad de Carlos Ide dar respuesta a estos problemas originó la guerra civil.

    Schama, Simon. A History of Britain: At the Edge of the World, 3500 BC-1603 AD. BBC/Miramax, 2000 ISBN 0-7868-6675-6; TV series A History of Britain, Volume 2: The Wars of the British 1603–1776 BBC...
    Norman Davies, The Isles, a History. Oxford University Press, 1999, ISBN 0-19-513442-7
    Roberts, Clayton et al.History of England (2 vol 2009)
    Trevelyan, G. M. Shortened History of England. Penguin Books ISBN 0-14-023323-7; an old classic
    Stephenson, Carl and Frederick G. Marcham, eds. Sources of English Constitutional History(2nd ed. 1990)
    English historical documentsLondon: Methuen; 12 vol to 1957; reprinted 2011
    Wiener, Joel H. ed. Great Britain: The Lion At Home; a documentary history of domestic policy, 1689-1973(4 vol)
    Wikimedia Commons alberga una categoría multimedia sobre Historia de Inglaterra.
    L'Angleterre normande aux XIe et XIIe sièclespar Sophie Cassagnes-Brouquet.
    • Evolución de Los Títulos Reales Británicos
    • Poderes actuales
    • Lista
    • Referencias
    • Véase también

    Alrededor del siglo IX surgieron en las islas británicas los reinos de Inglaterra y de Escocia. Esta situación se mantuvo hasta el siglo XII, cuando en 1171 el rey inglés Enrique II conquistó parte de la isla de Irlanda y la convirtió en un Señorío. Estos dominios pasaron a su hijo menor, Juan I sin Tierra, mientras que la corona inglesa recaía en su hijo Ricardo I corazón de León. Al morir este último, Juan se convirtió en rey de Inglaterra y señor (lord) de Irlanda. Los títulos se mantuvieron hasta 1542, cuando Enrique VIII modificó el título de "señor de Irlanda" por "rey de Irlanda". Precisamente al morir sin descendencia la última de sus hijas, Isabel I, las Coronas inglesa, escocesa e irlandesa se reunieron en la persona de Jacobo I de Inglaterra y VI de Escocia, sin dejar de ser por eso tres reinos diferentes. En 1707, la reina Ana firmó el acta de Unión entre Inglaterra y Escocia, pasando a ser reina de Gran Bretaña e Irlanda. Jorge I, su sucesor, era también elector de Hann...

    El Reino Unido es una monarquía parlamentaria, cuyo poder legislativo está formado por dos cámaras: la de Lores, que la reina nombra por consejo del primer ministro; y la de Comunes, que se eligen por sufragio universal. La reina (o el rey en su defecto), solo puede elegir como primer ministro (jefe de Gobierno) al líder del partido que tenga mayoría en el Parlamento. Los siguientes poderes de la reina no tienen aplicación práctica, ya que solo puede refrendar lo aprobado por el Parlamento. La reina es la jefa de Estado, pero no gobierna. 1. La Corona. Representa al Estado británico, y se entrega al rey o reina, pero sus funciones son ejercidas por los ministros que responden ante el Parlamento. El Reino Unido está regido por el Gobierno de Su Majestad, es decir, el primer ministro y su Gabinete. Sin embargo, se requiere la participación de la reina en muchos actos importantes del gobierno. 1. El Parlamento. La reina convoca, prorroga (suspende hasta la próxima sesión sin disolverlo...

    Nota: el Reino de Gran Bretaña mantuvo el antiguo calendario juliano hasta 1752, cuando fue reemplazado por el calendario gregorianomodero.

    ↑ a b c d e f Weir, Alison (2011). Britain's Royal Families: The Complete Genealogy. Random House. pp. 256-303.
    ↑ «Anne». Encyclopaedia Britannica.
    ↑ «George I». Encyclopaedia Britannica.
    ↑ «George II». Encyclopaedia Britannica.
    • Su Majestad
    • Londres
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