Yahoo Search Búsqueda en la Web

  1. Cerca de 4.165.032.704 resultados de búsqueda

  1. Miguel I de Portugal, apodado «el Absolutista» fue rey de Portugal durante la guerra civil portuguesa. Después de su derrota en las guerras liberales que se desarrollaron entre 1828 y 1834, y su consecuente rendición en Evoramonte, fue despojado de su estatus de miembro de la familia real y los tribunales declararon que el entonces ya exinfante Miguel y todos sus descendientes estuvieran siempre excluidos en la sucesión al trono portugués y bajo pena de muerte si regresaban ...

  2. Miguel I de Portugal nació el 26 de octubre de 1802 en Lisboa. Hijo de la infanta española Carlota Joaquina de Borbón y de Juan VI de Portugal . Cuando tiene cinco años hubo de partir hacia Brasil a causa de la primera invasión francesa a Portugal (1807).

  3. Dom Miguel I, nicknamed "the Absolutist", "the Traditionalist" and "the Usurper", was the King of Portugal between 1828 and 1834, the seventh child and third son of King John VI and his queen, Carlota Joaquina of Spain. Following his exile as a result of his actions in support of absolutism in the April Revolt, Miguel returned to Portugal as regent and fiancé of his niece Queen Maria II. As regent, he claimed the Portuguese throne in his own right, since according to the so ...

    • Início de Vida
    • Rei de Portugal
    • Lei Do Banimento
    • No Exílio
    • Questão Da Paternidade
    • Descendência
    • Ver também
    • Bibliografia
    • Ligações Externas

    D. Miguel nasceu em 26 de outubro de 1802, no Palácio Real de Queluz, na vila homónima, e foi o sétimo filho de D. João VI, rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves com a sua consorte, Carlota Joaquina de Bourbon,[3] filha de Carlos IV de Espanha e sua consorte Maria Luísa de Parma, filha de Filipe I de Parma e de Maria Luísa Isabel de Fra...

    D. Miguel foi rei de Portugal entre 1826 e 1834, período no qual se deu a Guerra Civil Portuguesade 1831-1834. O seu reinado é altamente controverso na História de Portugal. Segundo o partido constitucionalista, D. Miguel foi um usurpador do título monárquico de sua sobrinha D. Maria da Glória e fora apenas regente. Por sua vez, o chamado partido m...

    A 19 de dezembro de 1834, a rainha D. Maria II promulgou uma carta de lei, conhecida como a Lei do Banimento, através da qual D. Miguel, então já destituído do estatuto de realeza, e todos os seus descendentes, ficaram para sempre obrigados a viver fora do território português e sem quaisquer direitos de sucessão ao trono de Portugal. Carta de Lei ...

    A 1 de junho de 1834, depois da derrota militar, D. Miguel partiu de Évora para embarcar num navio de guerra britânico em Sines, com destino a Génova, tendo pernoitado pela última vez em solo português na vila alentejana de Alvalade, que sempre se revelara fiel à sua causa.[16] Viveu em exílio primeiro na Itália, depois na Grã-Bretanha e, finalment...

    Algumas fontes bibliográficas e testemunhos da época sugerem que D. Miguel teria sido fruto de alegadas ligações adúlteras de sua mãe, D. Carlota Joaquina de Bourbon. Segundo estas, o próprio rei D. João VI teria confirmado não ter tido relações sexuais com a sua esposa durante mais de dois anos e meio antes do nascimento de D. Miguel,[18][19] temp...

    Filiação no reinado

    D. Miguel I de Portugal, enquanto solteiro e em pleno período do seu reinado, manteve uma relação duradoura com D. Antónia Francisca Ribeiro do Carmo, uma nobre portuguesa que viveu entre Portugal e a Itália, e com quem o monarca teve a sua primeira filha natural em 1831,[29] reconhecendo-a publicamente, anos depois, em Albano, na Itália, a 2 de agosto de 1839,[30][31] e permitindo a ela, desse modo, a reivindicação do estatuto de Infanta de Portugal. Pelo facto desta filha ter nascido antes...

    Filiação no exílio

    Após a sua derrota nas guerras liberais e a sua consequente rendição em maio de 1834, D. Miguel foi despojado do seu estatuto de realeza e as cortes declararam que D. Miguel e todos os seus descendentes seriam para sempre inaceitáveis à sucessão ao trono e sob pena de morte caso regressassem a Portugal. Por esse mesmo motivo, a 19 de dezembro desse mesmo ano foi oficialmente promulgada a Lei do Banimento na qual o então já ex-infante e ex-rei D. Miguel e seus descendentes ficaram obrigados a...

    Dom Miguel, ses aventures scandaleuses, ses crimes, et son usurpation.... HardPress Publishing (reedição de 2013).
    L' Emprunt D. Miguel (1832) devant le Droit des Gens et l' Histoire. Paris: Imprimerie Centrale des Chemins de Fer, 1880.
    THOMSON, Ron B.; The Concession of Évora Monte: The Failure of Liberalism in Nineteenth-Century Portugal. Lexington Books (September 11, 2014). 186 pp.
  4. Dom Miguel I ( portugués europeo: [miˈɣɛl] ; inglés: Michael I ; 26 de octubre de 1802 - 14 de noviembre de 1866), apodado "el absolutista" ( portugués : o Absolutista ), "el tradicionalista" (o Tradicionalista ) y "el usurpador" (o Usurpador), fue rey de Portugal entre 1828 y 1834, séptimo hijo y tercer hijo del rey Juan VI y su reina, Carlota Joaquina de España.

  5. Dom Miguel I ( portugués europeo: [miˈɣɛl] ; inglés: Michael I ; 26 de octubre de 1802 - 14 de noviembre de 1866), apodado "el absolutista" ( portugués : o Absolutista ), "el tradicionalista" (o Tradicionalista ) y "el usurpador" (o Usurpador), fue rey de Portugal entre 1828 y 1834, séptimo hijo y tercer hijo del rey Juan VI y su reina, Carlota Joaquina de España.

  6. Era el segundo hijo del rey Juan VI de Portugal y fue rey de Portugal entre 1828 y 1834 durante la Guerra civil portuguesa. Miguel no estaba destinado a ser rey de Portugal, pero su hermano mayor, el príncipe Pedro de Braganza , renunció a la sucesión para proclamar la independencia de Brasil, al cual separó políticamente de Portugal en 1822 , fundando Pedro el Imperio de Brasil como estado autónomo.